Palavras ao éter É um blog para quem tem atitude perante a vida. Ele foi criado inicialmente por minha amiga Kharla Tavares (POA/RS).
sexta-feira, 27 de julho de 2012
A vovozinha que gosta de outra vovozinha
Cá vai uma (ótima) dica da Laura Bacellar:
Como estão envelhecendo as mulheres homossexuais desta geração? A vida delas tem se tornado mais fácil com o passar do tempo? O preconceito tem realmente diminuído?
A vovozinha que gosta de outra vovozinha é o tema do programa É a Vovozinha!.
E já que falar em homossexualidade em 2011 não é mais tão complicado, especialistas conversam com mulheres que fizeram esta opção para entender como vivem, se relacionam e o que pensam sobre a maturidade feminina. O programa analisa esta questão através de depoimentos, matérias e reportagens na rua, sempre com muito bom humor e delicadeza.
sábado, 9 de junho de 2012
A Maior Flor do Mundo | José Saramago
http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=YUJ7cDSuS1U#!
A animação 'A Maior Flor do Mundo'
Enviado por luisnassif, sex, 08/06/2012 - 19:00 - Blog do NassifPor Assis Ribeiro
A Maior Flor do Mundo - Curta-metragem de animação baseada no livro «A Maior Flor do Mundo», de José Saramago. Produzido em 2007,o filme ganhou o prémio de melhor animação do Anchorage Internacional Film Festival e foi nomeado para os Goya deste ano na categoria de melhor curta-metragem. Saramago aparece no filme, como narrador e como personagem.
"E se as histórias para crianças passassem
a serem de leitura obrigatória para os adultos?
Seriam eles capazes de aprender realmente
O que há tanto tempo têm andado a ensinar?"
José Saramago
sexta-feira, 8 de junho de 2012
Ivan Lins - O Amor é o Meu País
Essa é presente pra quem tem mais de 21 aninhos...rs
Graça
O Amor É o Meu País
Ronaldo Monteiro de Carvalho & Ivan Lins
Eu queria, eu queria, eu queria
Um segundo lá no fundo de você
Eu queria, me perdera, me perdoa
Por que eu ando à toa
Sem chegar
Tão mais longe se torna o cais
Lindo é voltar
É difícil o meu caminhar
Mas vou tentar
Não me importa qual seja a dor
Nem as pedras que eu vou pisar
Não me importo se é pra chegar
Eu sei, eu sei
De você fiz o meu País
Vestindo festa e final feliz
Eu vi, eu vi
O amor é o meu País
E sim, eu vi
O amor é o meu País
quarta-feira, 6 de junho de 2012
Neruda. Neruda? Neruda!!!
Quem morre?
Morre lentamente
quem se transforma em escravo do hábito,
repetindo todos os dias os mesmos trajetos, quem não muda de marca
Não se arrisca a vestir uma nova cor ou não conversa com quem não conhece.
Morre lentamente
quem faz da televisão o seu guru.
Morre lentamente
quem evita uma paixão,
quem prefere o preto no branco
e os pingos sobre os "is" em detrimento de um redemoinho de emoções,
justamente as que resgatam o brilho dos olhos,
sorrisos dos bocejos,
corações aos tropeços e sentimentos.
Morre lentamente
quem não vira a mesa quando está infeliz com o seu trabalho,
quem não arrisca o certo pelo incerto para ir atrás de um sonho,
quem não se permite pelo menos uma vez na vida,
fugir dos conselhos sensatos.
Morre lentamente
quem não viaja,
quem não lê,
quem não ouve música,
quem não encontra graça em si mesmo.
Morre lentamente
quem destrói o seu amor-próprio,
quem não se deixa ajudar.
Morre lentamente,
quem passa os dias queixando-se da sua má sorte
ou da chuva incessante.
Morre lentamente,
quem abandona um projeto antes de iniciá-lo,
não pergunta sobre um assunto que desconhece
ou não responde quando lhe indagam sobre algo que sabe.
Evitemos a morte em doses suaves,
recordando sempre que estar vivo exige um esforço muito maior
que o simples fato de respirar. Somente a perseverança fará com que conquistemos
um estágio esplêndido de felicidade.
Morre lentamente
quem se transforma em escravo do hábito,
repetindo todos os dias os mesmos trajetos, quem não muda de marca
Não se arrisca a vestir uma nova cor ou não conversa com quem não conhece.
Morre lentamente
quem faz da televisão o seu guru.
Morre lentamente
quem evita uma paixão,
quem prefere o preto no branco
e os pingos sobre os "is" em detrimento de um redemoinho de emoções,
justamente as que resgatam o brilho dos olhos,
sorrisos dos bocejos,
corações aos tropeços e sentimentos.
Morre lentamente
quem não vira a mesa quando está infeliz com o seu trabalho,
quem não arrisca o certo pelo incerto para ir atrás de um sonho,
quem não se permite pelo menos uma vez na vida,
fugir dos conselhos sensatos.
Morre lentamente
quem não viaja,
quem não lê,
quem não ouve música,
quem não encontra graça em si mesmo.
Morre lentamente
quem destrói o seu amor-próprio,
quem não se deixa ajudar.
Morre lentamente,
quem passa os dias queixando-se da sua má sorte
ou da chuva incessante.
Morre lentamente,
quem abandona um projeto antes de iniciá-lo,
não pergunta sobre um assunto que desconhece
ou não responde quando lhe indagam sobre algo que sabe.
Evitemos a morte em doses suaves,
recordando sempre que estar vivo exige um esforço muito maior
que o simples fato de respirar. Somente a perseverança fará com que conquistemos
um estágio esplêndido de felicidade.
E se eu falasse a língua dos anjos...
Trecho do Bhagavad Gita, traduzido por devotos da Self - Capítulo II, verso 47.
(...) O ser humano deve pensar no corpo como um animal divino que Deus lhe confiou; portanto, deve cuidar dele apropriadamente[1]. Deve abrigar lindos pensamentos porque a mente é um templo do Senhor e ele é apenas um guardião do templo mental. Deve honrar sua alma e contactar sua superconsciência pela meditação, porque a alma é uma imagem do Pai Celestial. (...)
[1] São Francisco de Assis, o amante de Deus, referia-se a seu corpo como “Irmão Burro” por causa de sua utilidade, porém frequente teimosia. Em “Saints that moved the World” (Thomas Y. Cronwell Co., 1945) – Os santos que moveram o mundo – René Fülöp-Miller relata que quando São Francisco estava construindo a Igreja em São Damião , ele “designou que seu corpo o servisse como um animal de carga. Ergueu as pesadas pedras, uma de cada vez e disse: ‘Agora, Irmão Burro, carregue-a até São Damião’. E quando Irmão Burro sucumbia, por vezes, por causa da pesada carga, o condutor Francisco o encorajava e o acalmava, e firmemente acrescentava: ‘Irmão Burro, o Pai assim deseja, devemos nos apressar.’ Então Irmão Burro obedecia... a alma de Francisco estava acostumada a cantar quando se sentia feliz... O Irmão Burro fazia coro da melhor forma possível. E uma coisa muito estranha aconteceu. Irmão Burro e a alma ouviram a voz de Deus e se unificaram.”
domingo, 3 de junho de 2012
Amizade nordestina
Contribuição da Naná
"Ocê é um culírio du meu zoio, um xicrete garrado na minha carça dins, u moiu di tumate du meu macarraun, u prefume da minha pintiadeira.
Gosto dimais da conta di ocê. Oia, vo pegá um tijolo i escreve bem grande: SARDADE, i dispois vo joga na sua cabeça pra oce vê como a sardade dóoi. kkkkk gosto do ce por demais da conta! Xeroooo!"
"Ocê é um culírio du meu zoio, um xicrete garrado na minha carça dins, u moiu di tumate du meu macarraun, u prefume da minha pintiadeira.
Gosto dimais da conta di ocê. Oia, vo pegá um tijolo i escreve bem grande: SARDADE, i dispois vo joga na sua cabeça pra oce vê como a sardade dóoi. kkkkk gosto do ce por demais da conta! Xeroooo!"
quarta-feira, 23 de maio de 2012
O Segredo dos Lírios
Esse é um presente da Vanda, minha amiga jornalista lá de Sampa. Era pro Dia das Mães e também pra comemorar o Dia Mundial de Luta contra a Homofobia. Mas, é "mais maior que grande", é um vídeo pra tod@s nós.
Graça
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