quarta-feira, 6 de junho de 2012

E se eu falasse a língua dos anjos...


Trecho do Bhagavad Gita, traduzido por devotos da Self - Capítulo II, verso 47.

(...) O ser humano deve pensar no corpo como um animal divino que Deus lhe confiou; portanto, deve cuidar dele apropriadamente[1]. Deve abrigar lindos pensamentos porque a mente é um templo do Senhor e ele é apenas um guardião do templo mental. Deve honrar sua alma e contactar sua superconsciência pela meditação, porque a alma é uma imagem do Pai Celestial. (...)


[1] São Francisco de Assis, o amante de Deus, referia-se a seu corpo como “Irmão Burro” por causa de sua utilidade, porém frequente teimosia. Em “Saints that moved the World” (Thomas Y. Cronwell Co., 1945) – Os santos que moveram o mundo – René Fülöp-Miller relata que quando São Francisco estava construindo a Igreja em São Damião, ele “designou que seu corpo o servisse como um animal de carga. Ergueu as pesadas pedras, uma de cada vez e disse: ‘Agora, Irmão Burro, carregue-a até São Damião’. E quando Irmão Burro sucumbia, por vezes, por causa da pesada carga, o condutor Francisco o encorajava e o acalmava, e firmemente acrescentava: ‘Irmão Burro, o Pai assim deseja, devemos nos apressar.’ Então Irmão Burro obedecia... a alma de Francisco estava acostumada a cantar quando se sentia feliz... O Irmão Burro fazia coro da melhor forma possível. E uma coisa muito estranha aconteceu. Irmão Burro e a alma ouviram a voz de Deus e se unificaram.”

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