sexta-feira, 5 de junho de 2009

A palavra da Rebeca é...


A minha palavra favorita é Feliz; nao não é felicidade, é Feliz, é q feliz me lembra que nao é possivel ter uma felicidade plena e eterna, afinal existem momentos na vida em que ficamos tristes, entao eu gosto de feliz, porque me lembra momentos felizes, e me lembra tbm o Feliz da branca de neve, hihihi, olha como ele é fofo:


tah favoritada, dps vá no meu blog

Rebeca


quinta-feira, 4 de junho de 2009

A palavra da Rayssa é...

A minha acho que pega (pêga, continua valendo? eu prefiro com o circunflexo =D) assim de surpresa, tomada de assalto, atualmente, minha palavra preferida é lirismo.
Tanto a sonoridade quanto o significado dela me agradam.
Uma linda palavra! :D Lirismo
Rayssa Medeiros

quarta-feira, 3 de junho de 2009

A palavra da Mirian é...

Olá Graça,

Coloca lá no seu blog para mim. Obrigada!!


Estas são minhas palavras atuais:

SILÊNCIO =
1. Estado de quem se abstém de falar.
2. Cessação de ruído.
3. Interrupção de correspondência.
4. Omissão de uma explicação.
5. Sossego.

PAZ =
1. Quietação de ânimo.
2. Sossego, tranquilidade.
3. Ausência de guerra, de dissensões.
4. Boa harmonia.
5. Concórdia, reconciliação.
6. Paciência, pachorra.

Valeu,

Mirian

A palavra da Eliane é...

Olá!
To pegando o embalo e escrevendo aqui mesmo...
Deus - Mestres - Paz - amor - compaixão - servir - perdão - verde - amarelo - azul - arvore - rio - cachoeira - abissal - água - mar - cachorro - e GRATIDÃO!
Abração
Eliane

A minha palavra é...

VIDA!!!!
Essa é a minha palavra. Graça

Qual a sua palavra predileta?

Oi Pessoal,

Aproveitando a idéia de uma colega lá da Self, a Eliane, vou ver se uso e abuso mais do meu blog por cá. Pra começar, depois da notícia da filha do Raúl Castro, lá de Cuba, segue essa que achei interessante e vou copiar por aqui.

Deixo a pergunta no ar: qual a sua palavra predileta?

Como a pergunta me pegou assim de chofre (sim, existe essa palavra), não sei ainda o que responder. E vocês?
Um beijo,
Graça
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Enviado por Aydano André Motta - Blog do Ancelmo Góis - O GLOBO
2.6.2009 11h03m

Dicionário amoroso
A palavra predileta
Qual a sua palavra favorita na língua portuguesa? Foi o desafio proposto a 35 autores do idioma, de cinco países diferentes, para o "Dicionário Amoroso da Língua Portuguesa", organizado pelo bamba Marcelo Moutinho e pelo editor português Jorge Reis-Sá, que sai agora, pela Casa da Palavra.
Entre os 35 autores, estão desde jovens cujo talento desponta já nos primeiros livros a autores que, reconhecidos por público e crítica, ganharam prêmios literários como o Portugal Telecom, o José Saramago, o Jabuti e o Machado de Assis. Eles escolheram 35 palavras diferentes e tiveram a liberdade de trabalhá-las da forma que preferissem - contos, poemas, ensaios -, desde que expressassem uma sintonia de sentimentos por meio das letras.
Orientação segura: não dá para perder.

Uma das obras...
Leia um trecho de "Casa", de Fabrício Carpinejar:
A palavra casa foi centro de meu primeiro poema falso. O primeiro poema roubado. Meu pai ainda diz que falei quando pequeno o verso “a casa da árvore é a casa de Deus”. Quem disse foi o meu irmão Rodrigo, dois anos mais velho, e não adianta convencê-lo. Sempre que alguém me empresta um verso, não devolvo. Fico constrangido em negar. A vaidade não conta os trocos. Casa é a palavra mais bonita da língua portuguesa, porque é a mais usada e não perde seu viço. Casa é onde e quando. Junta as pessoas, junta duas escovas de dente, junta fotos e canetas, junta sapatos, junta dores e alegrias. Morre-se por uma casa, para pagar uma casa, para merecer uma casa. No casamento, o corpo se sente desobrigado a fazer tudo sozinho. O corpo casa com a casa. Toda mulher é uma casa dentro da casa. Com uma mulher dentro, a casa se torna na verdade um quarto. Ao sair do banho, a mulher é um bosque perfumado. Posso passar toneladas de xampu, de sabonete, de creme e não irei repetir a fragrância. A casa é uma mulher saindo do chuveiro. O perfume grosso de casca de árvore, não de pólen. (...)

E o lançamento...
É hoje, às 19h30, na Travessa de Ipanema.

Direto de Cuba...

Una Castro impulsa en Cuba el derecho a cambiar de sexo - El Pais
La hija de Raúl lidera la ruptura de la homofobia oficial
MAURICIO VICENT - La Habana - 03/06/2009


Pocos días después del primer desfile contra la homofobia por las calles de La Habana, Cuba dio un paso más en la aceptación de la diversidad sexual al permitir la realización de cirugías de cambio de sexo. Este tipo de operaciones fueron suspendidas en 1988, después de una primera cirugía exitosa que convirtió en mujer a un joven y causó gran revuelo en la isla. Según datos del Centro Nacional de Educación Sexual (Cenesex), que dirige Mariela Castro, en Cuba hay 100 casos bajo análisis: de ellos 28 son transexuales confirmados y 19 están listos para someterse a la operación quirúrgica.

Mariela encabezó la primera marcha pública de los gays, antes perseguidos
Mariela Castro es hija del presidente cubano, Raúl Castro, y sobrina de Fidel, fundadores de una revolución que en los años sesenta internó a los homosexuales en campos de trabajo militarizados. Hasta no hace mucho, gays y lesbianas fueron perseguidos y marginados, por ello el liderazgo de Mariela en defensa de los derechos de las minorías sexuales es muy simbólico, además de representar una garantía.
Fue ella quien la semana pasada anunció en televisión que ya se han reanudado las "cirugías feminizantes y masculinizantes con vistas a hacer la reasignación sexual completa". Las operaciones de cambio de sexo en Cuba son gratuitas pero deben ser aprobadas por una comisión multidisciplinaria compuesta por psicólogos, médicos y diversos especialistas, que hacen un seguimiento riguroso de los solicitantes.
Tan riguroso, que el promedio de tiempo para aprobar un caso es de dos años, algo que ha provocado las quejas de algunos transexuales. "Hay momentos en que creo que vamos muy delante, y otros en que creo que vamos muy despacio", dijo Mariela Castro el pasado 16 de mayo, cuando encabezó una marcha de gays, lesbianas, travestís y transexuales por la céntrica avenida de La Rampa. Era el primer desfile de este tipo en Cuba, aunque Mariela rechazó llamarlo marcha; mejor una "conga" criolla, dijo.
Marcha o conga, muchos habaneros se sorprendieron al ver tal desfile libertario en las mismas calles del Vedado donde hasta hace poco la policía se llevaba detenidos a los homosexuales. Cuba sigue siendo muy machista y no son pocos los que se oponen frontalmente a cualquier avance de las minorías sexuales. La Iglesia católica, por supuesto, puso el grito en el cielo con lo de las operaciones: "Cuba ha tocado fondo", dijo el arzobispado de La Habana. También en el Partido Comunista hay críticos feroces, admite Mariela Castro.